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quinta, 23 de novembro de 2017

Donas de casa, empregadas, copeiros acabam com a água do mundo: Diagonal, coluna do Oleari –

Donas de casa, empregadas domésticas, copeiros, auxiliares de cozinha e afins, contribuem fortemente para o esgotamento da água potável disponível no planetinha Terra.

Antes que todos os citados aí me apedrejem, digo que a afirmação faz parte de observações que tenho feito no último ano em casa, em butecos, em restaurantes, em casa de amigos.

Outro dia comentava com um amigo. Um mero e simples café da manhã movimenta uma quantidade exagerada de louças e talheres. De repente, a pia exibe 15 ou 20 peças para lavar.

Os personagens acima citados, todos, sem exceção, para lavar meros garfos e facas, pires ou xícaras, colheres de café, só se satisfazem se abrirem a torneira toda.

A té sair aquele forte esguicho dágua, quinemqui na foto ao lado. Podem acabar quinemqui na primeira foto, acima, com torneira seca.

Não se contentam em organizar a lavagem, passar a esponja em todas as peças, colocá-las juntas ou dividir em 4 ou cinco peças, no caso de talheres, abrindo a torneira moderamente,  até um ponto em que permita a lavagem e as peças estejam limpas e postas no enxugador.

Não, se não abrirem a torneira até o último ponto da rosca não se contentam. E tome aquele aguaceiro saindo, desperdiçando, indo pra caixa de gordura, e se perdendo, porque essa água aí nem poderia ser reciclada, se fosse o caso.

Em casa, sempre lembro aos que frequentam a pia: tá faltando água no mundo.
Em São Paulo, um conjunto de fatores diversos contribui para que as fontes de abastecimento estejam chegando a níveis críticos, jamais imaginados pelos governantes e pela população.

Não se cuidou de nascentes, não se tratou de protegê-las, desmatou-se desbragadamente, destruiu-se e transformou-se em lenha as matas ciliares – aquelas que margeiam os rios – e os gestores paulistas, todos eles nos últimos 50 anos, digamos, não deram a mínima a esses eventos.

Mas, milhões de dólares escorreram pelo ralo seco das contas secretas, das campanhas eleitorais, via o grande escoadouro em que se tornou o metroduto paulistano.

Pessoas com baldes, bacias e canecas tentavam pegar um pouco de água. Infelizmente, a crise hídrica em São Paulo não é novidade, mas o Greenpeace quis chamar atenção para um ponto que tem sido pouco discutido: altos e baixos no padrão de chuva que são e serão cada vez mais frequentes, graças às mudanças climáticas.

Ninguém de todos os partidos que governaram São Paulo e a capital paulista nas últimas décadas atentou para a gravidade da situação que certamente adviria dos fatores acima mencionados e do crescimento desordenado da população.

A mesma população que desperdiçou a água desbragadamente, a água que agora falta para milhões de residências. Seca, elevação de temperatura, poluição…

Prestenção aí, ocê que encara uma pia e lava louça todo dia: abra a torneira abaixo da metade, pois a louça e as tralhas ficarão limpas do mesmo jeito.

Reza braba, procissão a São José, pedras na cabeça, tudo isso pode render primeira página e reportagens alarmantes na televisão, mas água que é bom, sem a qual nenhum bichim ou bichinha de zoreia sobrevive, só se os gestores acordarem para a realidade e partirem para ações concretas.

Pelo quadro atual, não levará muito tempo para que o mundo veja países trocando barril de petróleo por barril de água. Sabendo-se que petróleo é reserva finita. Horinha dessas, vai acabar também (Oswaldo Oleari).

Cine Holliudy abre o Vitória Cine Vídeo Itinerante em Pedra Azul

A jornalista Danielle Ewald, coordenadora da RF Assessoria de Comunicação, envia convite para para a noite de abertura da Rota Inverno do 20º Vitória Cine Vídeo Itinerante.

Será na próxima quinta, dia 5 de junho, em Pedra Azul, Domingos Martins/ES.

A diretora do Vitória Cine Vídeo Itinerante, Lucia Caus Delbone, vai disponibilizar uma van para levar os que desejarem ver a sessão.

A van sairá às 16 horas do Bob’s, na Praia do Canto, e ao retornar, deixará todos em suas respectivas residências na Grande Vitória.

Pitaco do Oleari

Como estou pensando em me programar pra ir, já preparei um casacão prumodi agasaiá do frio que faz na região de Pedra Azul, Domingos Martins.

Frase

A ARROGÂNCIA E O PRECONCEITO SÃO ALIADOS DA INTOLERÂNCIA

Quem disse? o colunista que vos fala.

Jader Du Barbalho
Não acreditei niquiqui ouvi a notícia de que a prisidanta da Ré Pública tinha elogiado o aliado desde criancinha Jader Barbalho.

Um dos comandantes das quadrilhas do Norte do País que dilapidaram milhões em recursos da antiga Sudam (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia), Jader Du Barbalho renunciou a um mandato de deputado federal em 2002, salvo engano do colunista, por ter sido denunciado por facaltruas diversas.

Renunciou para não perder os direitos políticos.

Voltou mais tarde ao Senado. Mais uma renúncia pelos mesmos e velhos conhecidos motivos.

Agora, sua insolença, a prisidanta, diz que “Jader Barbalho é que é feliz, pois tem quem vai continuar sua obra”. Falava do filho de Jader Du Barbalho que vai ser o candidato a governador do Pará na próxima inleição. Pooodiiiii?

Numtô entendendo mais nada.
E francamente estou lamentando profundamente não ter me tornado um larápio, um assaltante, um picareta, pois esses aí ainda acabam poderosos ou aliados dos poderosos. E são bem queridos, prestigiados e homenageados.

Acabei de crer que meu zouvido viraram pinico (O. Oleari). Mas eu só falo diante do juiz e vou negar tudim e fazer quinemqui a Joana Havelange e dizer que alguém invadiu meu Portal e escreveu essa besteraje aí sobre a grande figura da Ré Pública, o incelentíssimu sinhô Jader Du Barbalho da Sudam.

trocatroca com a coluna:

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