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tera, 21 de novembro de 2017

Abertura abre em Jardim Camburi nesta segunda, ao lado do Empórito do Açaí e do Azteca bistrô

Diagonal – Oswaldo Oleari


A “crisezinha”

Salvo engano do digitador desta linha aqui, a expressão é do vice daquela senhora guerrilheira rica, ex-gorda.

Lendo tudo qui é porquera pelaí (não se contando as que escrevo aqui), nas inferneti da vida, nas chamadas redes que aqui nós chamamos de “redes soxuais”, e em alguns blogs de aluguel, parece que não existe crise alguma na pátria amada, idolatrada, salve, salve, o nosso amado Brasil Varonil Céu de Anil.

Como ando muito confuso e atoladíssimo de trabalhoe de pepinos pra resolver, às vezes me pergunto se não estou pirando, se não estou velho demais pra captar certas sandices e a idiotização de alguns setores desta sociedade hipócrita.

Não, não estou nem uma coisa nem outra. Aos meninos robotizados que só conhecem o uatizapi na sua curta vida e que olham os caras acima de 30 anos como se fossem um bicho estranho, costumo dizer que sou velho mas não sou burro.

Tudo o que aprendi a fazer sem os recursos das trolhas eletrônicas bilgueitianas istijobianas, aprendi a fazer muito bem e desenvolvi meus próprios recursos para tornar tudo sempre melhor e atualizado. E sempre incentivando os que me rodeavam em porrilhão de equipes a tirar proveito de tudo que aprendessem num dado momento. Adiante, um dia, certamente tudo seria reaproveitado e reciclado.

E continuo a saber tudo o que aprendi a fazer, sei fazer e sei ensinar a fazer. 
Eu sou dos que fazem – frase atribuída ao gênio Napoleão Bonaparte. Apesar de às vezes tentarem me cercear, discriminar, me tolher, me amordaçar.

Sigo em frente. Sou quinem aroeira: vergo mais não quebro. Sim, falava da “crisezinha” do Dr. Temmer. Itaí um cara que não é de falar besteira, à toa nem de graça – mesmo porque no PMDB (Podre MDB) ninguém faz nada de graça, nememo? 

Quem está no andar de cima, altos funcionários de empresas estatais, apaniguados de ministérios com polpudos cartões corporativos, milhares de nomeados para os pelo menos 20 Ministérios do Nada, executivos de grandes empresas – vide os inquilinos do Dr. Moro em Curitiba – para esses não tem “crisezinha”. 

Para os donos do capital prostituto, que vai com qualquer governo – de direita, liberal, de esquerda, ditaduras sanguinárias (Hitler, Mussolini, Stalin, Mao Tse Tung, não se falando nas atuais africanas e do Oriente Médio), para esses também não tem crise.

A “crisezinha” tá cá embaixo, pegando o trabalhador demitido da construção civil e de outros setores, os micro empresários que viram a freguesia murchar, os da área de entretenimento incluindo os da área de alimentação, as oficinas de serviços gerais. 

A idiotia militante que não enxerga nada disso deve estar comprando menos e comendo menos também. A não ser a que está patrocinada para fazer parte da claque, incluindo blogueiros bem patrocinados.

Óqui proceis, ó, que não tem crise (Oswaldo Oleari).

A foto é do amigo Márcio Castro, nosso parceiro no Azteca bistrô, feita na tardinha de domingo.

Bar Abertura abre nova casa no quadrilátero gastronômico da rua Silvino Grecco com avenida Ranulpho Barbosa dos Santos, em Jardim Camburi.

Empresa profissional que cresceu muito, o Abertura hoje dispõe de várias casas na região metropolitana da Grande Vitória/ES.

Nesta segunda-feira, o Abertura começa sua caminhada a partir das 17 horas em Jardim Camburi, na avenida Ranulpho Barbosa dos Santos.

Os que estão no mesmo circuito, vivendo um período de queda no consumo desde o pós Copa de 2014, nutrem uma expectativa positiva com a chegada de uma casa desse porte e com a popularidade que desfruta.


Avaliam todos os que estão no entorno da Rua Silvino Grecco com Avenida Ranulpho, em Jardim Camburi, que os empreendimentos que estão chegando ao quadrilátero injetam ânimo ao cenário, pois certamente atrairá um público maior para a área.

A jornalista Lena Mara, que comanda o Azteca bistrô, restaurante, cafeteria, fez uma saudação aos que estão chegando em suas páginas no feissibuqui.

Aí está a saudação:

– “Saudações aos que chegam.

Nossa pequena equipe do @azteca bistrô j.camburi aproveita para saudar a todos que estão chegando ao nosso circuito gastronômico no quadrilátero formado na esquina da Rua Silviino Grecco com Avenida Ranulpho Barbosa dos Santos, em Jardim Camburi.
Estão se juntando a nós do Azteca bistrô, ao Empórito do Açaí – da Vanusa e do Guto –  ao Caiana Bar e à Pizaria Paparazzi – do Johnny e do Gabriel – , ao Du Wilson – do seu Wilson – e ao Orients, a Fioreto, o Bar Abertura – que abre um grande espaço na mesma calçada – a Boulangerie, o Recanto do Açaí, o Mango’s, entre outros que estão chegando.
Que eles venham e que, juntos, tentemos driblar a curva de queda no consumo, que alcança os pequenos comerciantes de todos os cardápios” (Lena Mara).

O mapa sinaliza a esquina da rua Silvino Grecco com a avenida Ranulpho Barbosa dos Santos, onde está o quadrilátero mencionado pela dona do Azteca bistrô. A rua Carlos Martins, paralela à Silvino, é a rua que sai da avenida Dante Michelini entre os Hotéis Bristol e Canto do Sol, perto da praia – e encontra a Ranulpho no sinal do Cerimonial Lago de Garda.  


A Boulangerie abre na terça a partir das 13 horas para apresentar a casa.

Observadores e especialistas em mercado avaliam que a movimentação que se registra nesse pequeno perímetro de Jardim Camburi é muito positiva à medida em que se configura como mensagem inversa ao do pessimismo reinante em vários setores da economia.

Enquanto alguns segmentos dão sinais de saturação, esse segmento percorre outra direção afirmativa, cuja mensagem é a de alguns especialistas em marketing: investir em criatividade, em novos produtos, em promoções, se constitui numa postura de resistência, dizem eles.

Os novos empreendedores comungam das mesmas expectativas.

Fanáticos 
de plantão

Não há nada mais sacal, mais chato, mais nocivo, mais pernóstico, mais imbecil, mais idiótico, mais merda, do que um fanático:
– Fanático religioso
– Fanático político
– Fanático ideológico
– fanático pelo próprio umbigo
– fanático por samba de uma nota só
– fanático por um time de chutebol
– fanático por auto ajuda
– fanático por feissibuqui

Se alguém tem mais algum, que acrescente à lista.

Sobre dinheiro

Um genial.

Oscar Wilde:

– “Quando eu era jovem, pensava que o dinheiro era a coisa mais importante do mundo. Hoje, tenho certeza”.

Outro genial

Millôr Fernandes:

– “O dinheiro não traz felicidade a ninguém. Mas que ajuda, ajuda”.


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