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sexta, 17 de novembro de 2017

Valsugana Pedra Azul; Flores e Amores, Campinho; partituras musicais desde o século XIX

Diagonal,
coluna do Oleari




Exposição “Flores e Amores” 
na Casa da Cultura 

A Casa da Cultura de Campinho, Domingos Martins, traz exposição “Flores e Amores” da artista plástica capixaba Jocimara Cândido. São 15 peças expostas com trabalhos de óleo sobre tela, acrílico sobre tela e giz pastel sobre canson. A exposição vai até 25 de outubro. A maioria dos itens retrata flores, mas a artista trabalha também com outros temas. 

A entrada é franca e há peças que estão disponíveis para venda.

Além da mostra, o espaço conta com um museu histórico com acervo de fotografias, documentos, objetos e móveis que pertenceram aos imigrantes e descendentes de alemães, pomeranos e italianos que colonizaram o município. O local está aberto para visitação do público de terça a domingo, das 8 às 17 horas.

Serviço:
Exposição Flores e Amores
Local: Casa da Cultura, Avenida Presidente Vargas, 531
Horário de funcionamento: terça a domingo, das 8 às 17 horas

Restaurante Valsugana
Pedra Azul no feriadão


A foto é um repeteco, pois o digitador da coluna gostchia muntchio dela. Sobretudo do conteúdo.



Claudio e Marília Calmon informam dias e horários de funcionamento do ótimo Valsugana no feriado de Nossa Senhora de Aparecida – Dia das Crianças.

– sábado – dia 10/10  – almoço e jantar
– domingo – dia 11/10 – almoço e jantar
– segunda – dia 12/10 – almoço 

almoço – de 11h30 h às 15h30m
jantar -de 19 às 22h30m

Ressaltamos pedido de atenção ao acessar o Restaurante Valsugana, na Br 262. As placas indicativas foram retiradas pelo DNIT.
Em nosso site estão as indicações precisas de acesso ao restaurante, com segurança.

www.restaurantevalsugana.com.br

Restaurante Valsugana – Pedra Azul

27 3248 1126 / 27 99942 4354

Partituras antigas
O pianista Alexandre Dias, criador do Instituto Piano Brasileiro, de Brasília, continua seu trabalho de garimpo de obras de autores brasileiros.
Ele tem um trabalho fantástico de resgate da obra de Ernesto Nazaré, Chiquinha Gonzaga, Eduardo Souto, entre outros. E apresenta recitais de piano com muita frequência em todo o Brasil.  
Agora ele está empenhado em resgatar partituras desde o Século XIX. Acaba de distribuir um alô entre músicos e seus seguidores, que aí segue:
– “O Instituto Piano Brasileiro está iniciando um trabalho a longo prazo que tem como objetivo catalogar todas as partituras publicadas no Brasil desde o século XIX (e disponibilizar as que estejam em domínio público). Neste momento já estão catalogadas 6.341, porém a estimativa é de que existam centenas de milhares. Estamos em busca de partituras antigas brasileiras. Caso tenham interesse em fornecer cópias ou doações, por favor entrem em contato comigo”.
http://www.institutopianobrasileiro.com.br/partituras
Abraços,
Alexandre Dias
www.institutopianobrasileiro.com.br
www.ernestonazareth150anos.com.br
www.chiquinhagonzaga.com.br
www.marcellotupynamba.com
www.henriquealvesdemesquita.com.br
www.zequinhadeabreu.com
www.eduardosouto.com.br

Majeski visita escolas de Água Doce, 
Ecoporanga e Barra de São Francisco

Dando continuidade às visitas que começou a fazer em abril deste ano às escolas estaduais, o deputado Sergio Majeski visitou escolas dos municípios de Água Doce do Norte, Ecoporanga e Barra de São Francisco.
São elas EEEFM “Sebastião Coimbra Eliseu, ”EEEFM “João XXIII” e EEEF “Daniel Comboni e EEEFM de Ecoporanga, respectivamente”.

O deputado já visitou mais de 79 escolas em cerca de 41 municípios do ES.

Sergio Majeski, que é professor há mais de 30 anos e mestre em ‘Políticas Educacionais Voltadas Para o Ensino Médio”, iniciou a série de visitas assim que começou o processo de debate para a implantação do Projeto Escola Viva.

Ele sempre questionou a implantação do projeto em 2015, pois nos municípios por onde tem passado observou a fragilidade das escolas, como por exemplo: escolas sem quadro (quadro negro/giz); professores sem material didático; paredes rachadas; escolas sem biblioteca; sem profissionais especializados para atender determinadas áreas; pátios escolares com entulhos; laboratórios pobres; sem computadores – quando estes são doados pela Sedu não atendem, pois são incompatíveis com a rede elétrica antiga; escolas sem refeitório; sem laboratório de Ciências; alunos sem transporte escolar, entre outros problemas. 

Sérgio Majeski  chegou a enviar uma série de requerimentos de informação à Secretaria de Educação sobre a situação precária de várias unidades.

O deputado afirma que a situação atual das escolas não faz o aluno permanecer no estabelecimento de ensino. Além disso, ele lembra que “o ensino público é um direito de todo o cidadão e é função do Estado oferecer e garantir a estrutura e os recursos necessários para que as condições de trabalho e a remuneração dos professores, bem como a formação dos alunos, sejam dignas e eficientes”.

trocatroca com a coluna:
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