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quarta, 18 de outubro de 2017

Diagonal: Festa despedida de Izabel Mendonça e Bruno Herculano; “grife” dos Santos Neves; Troféu pro Elyan Peçanha

Diagonal,
coluna do Oleari

Uma festa de despedida foi a do lançamento do livro da jornalista Izabel Mendonça. 

Izabel e o fotógrafo Bruno Herculano estão viajando para Portugal nesta quinta-feira.

Depois de 3 anos em Vitória, para onde voltaram com a intenção de ficar definitivamente, Izabel e Bruno fazem o caminho de volta. Lá estão outros jornalistas do Espírito Santo, trabalhando, fazendo cursos e crescendo profissionalmente.

Recentemente, que fez o mesmo caminho de volta a Portugal foi a jornalista Maria da Penha Saviatto, que vai encarar um curso de doutorado.                                                       




Tive o prazer de reencontrar o empresário Daniel Alves, um dos pioneiros do segmento imobiliário em Vitória, onde atua desde muito jovem. Não sabia que Daniel Alves era tio da caríssima colega Izabel, ao lado de quem ele está na foto.


Capa do livro “Lisboa com Afeto


Izabel Mendonça vai lançar o livro em Lisboa num primeiro momento. E tanto ela quanto o fotógrafo Bruno Herculano pretendem retomar contatos profissionais e reingressar no mercado de trabalho. Um ano antes de voltar ao Espírito Santo, Bel e Bruno foram oficialmente correspondentes do Portal Don Oleari Ponto Com, registrados no Sindicato dos Jornalistas de Portugal.

É bem possível que voltem a ser correspondentes do Portal DOPC / Rádio Clube da Boa Música. Daqui, só temos a dizer aos colegas e amigos que tenham muito êxito nesta nova etapa e que lhes façam muito bem os ares – e os vinhos, naturalmente – portugueses e europeus.



As “Crônicas” de 
José Roberto Santos Neves 

De cara, ao chegar outro dia à bem cuidada Casa da Memória de Vila Velha/ES, encontramos ótimas figuras da nossa boa músca popular.

Disse a eles|: – “que sorte a nossa encontrarmos de primeira Andréa Ramos, Jorge Tarzan, Chico Lessa e o sempre roqueiro Paulo Branco (a quem a gente não via há um tempim).


Logo depois, um personagem se escondia e pedia: “fica aqui, pois estou correndo daquela fotógrafa que só bate uma foto se você arreganhar os dentes pra máquina”.
Achei engraçadíssimo, perguntei quem era, ele disse e eu perguntei: “posso contar seu comentário/”.

Ele disse: – “pode contar, contanto que não revele meu nome, pois vivo tropeçando com ela aí pelos coquetéis de sempre”. Ficamos combinados que a gente também não daria o nome da famosa fotógrafa.

O jornalista e escritor José Roberto Santos Neves na foto com o professor e escritor Fernando Achiamé, meu conterrâneo da Rua da Lama, Colatina, nossa terra.


Na foto abaixo, um Santos Neves, irmão do José Roberto, fotografava. Encostei nele e perguntei: “ocetá fotografando pro 
evento ou é particular?”

Ele respondeu: “sou irmão do Zé Roberto, tô fotografando pra ele”. Pedi se podia mandar uns dois retratim pramim e entreguei um cartãozim com o endereço do gimeil. Tô contando esse lance bobo porque, na verdade, eu portava uma intrépida Codaqui Perrengue e tava arriscando uns retratim. Na foto à direita o fotógrafo salvou o outro fotógrafo – eu – pois a minha foto saiu uma verdadeira caca. 


O escritor José Roberto Santos Neves, a jornalista Lena Mara, a chef Cleide Morais e o meu ex estendido cabelo (como sabeis, niquiqui começou a faltar cabelo na testa, eu deixei esticar pratrás). 


O extremado calor me levou a tosquiar o rabicho, espero que temporariamente.


A “grife Santos Neves”


Sempre disse que Santos Neves é uma grife do cenário intelectual do Espírito Santo. Os Santos Neves ligados à produção cultural no ES são estelares. O mais novo deles, José Roberto, um jovem bem formado e organizado, segue o rito da grande família.
E também é sempre muito prestigiado, pois além de estelar é um tremendo de um comunicador. Sem medo de errar, é o Santos Neves que melhor tem a manha da comunicação, que exerce com elegância e maestria. 

Troféu pro 
Elyan Peçanha

Elyan Peçanha e Vera Lúcia nos salões da côrte da Princesa do Sul, como diz ele em sua coluna, campeoníssima de audiência.

O célebre colunista cachoeirense Elyan Peçanha é um dos 31 destaques do Troféu Dr. Deusdedit Baptista, que será entregue amanhã na Arena Dalpasso, em Cachoeiro de Itapemirim, Sul do ES.


O famoso colunista da capital secreta se diz honrado com o destaque, pois figura ao lado de outros também grandes nomes da produção de vários segmentos.

Ele considera o troféu tão importante como o que recebeu em 83, o Trofeu Gilson Félix, quando trabalhava na capital do ES, conferido pela ACEC – Associação Capixaba dos Cronistas Esportivos, como o jornalista-repórter esportivo mais destacado do sul capixaba de A Gazeta (Sucursal Sul).

Elyan lembra que essa é a inesquecível época de Paulo Garruth, Alvaro José Silva e Chico Pardal, da Rádio Cachoeiro AM com José Américo Mignone, Hélio Carlos Manhães e Luiz Carlos Santana, e como correspondente da Rádio Espírito Santo, com “flashes” do ESTRELA para o “Pé de Galinha”, o xará João Peçanha (ele era Vitorinha doente, anota Elyan).

Na época, de Colatina, venceu o narrador Alcenir Coutinho, e de Vitória,  Anilson Ferreira, da Rádio ES. 

Num papo com o famoso colega da imprensa do Sul do ES, ele me diz: 

– “se pudesse, tomaria um “daikiri” na rua 7 de Setembro, ao lado de Milson Henriques, Helio Dórea e dos saudosos Jairo Maia, Mauricio de Oliveira (meu profesor de violão), Marien Calixte, com quem tive a honra de trabalhar em A Tribuna, e com Lauro Ramos Torres, Presidente do Saldanha da Gama, meu padrinho de batizado”.

Pitaco do Oleari

Como vêem a coluna só falou de famosos, nesta edição. Fechei com o Elyan Peçanha, um profissional querido e muito conceituado no Sul do Estado. Falei um tiquim desse casal porreta, a Izabel Mendonça e o Bruno Herculano, e mais um tiquim do José Roberto Santos Neves, meu editor de Caderno Dois favorito.
Um abraço a todos eles, cumprimentos pelo trabalho de cada um e muito fôlego para terminar 2015 e tentar sobreviver a 2016 (Oswaldo Oleari).

trocatroca com a coluna e com o Portal DOPC / Rádio CBM:
donoleari.com.br 

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