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quarta, 18 de outubro de 2017

Diagonal – O pior caranguejo do ano; Portal DOPC 2016: André Lachini, Elyan Peçanha e muito mais

Diagonal,
coluna do Oleari

Não existe nada mais previsível – e mais chato – do que as tais retrospectivas do ano.

Deste 2015 entonces, nem é bom lembrar. Anozinho phodido, esse quitá terminando, nememo?

O desgoverno anterior seguiu desgovernando e desgovernado, enquanto continuou saindo ladrão pelo “ladrão” no animado seriado da televisão Operação Lava Jato.
Falar nisso, já viram o filme “Operação França” com Gene Hackman e um supeer elenco? Também tem uma bandidagem de cabo a rabo.

Mas quero começar as minhas chatas retrospectivas registrando meu pior caranguejo de 2015. Foi na terça passada, dia de promoção no butecão Ilha do Caranguejo, uma boa casa.

Boa casa? Sim, boa casa. Bem bolada, público grande, cardápio recheado de atrações – boas atrações, diga-se. E com um atendimento surpreendente pela dimensão da casa.

De caranguejo, posso falar de cadeira, pois aprendi a cozinhar um bom caranguejo e a serví-lo no tempo certo. Aprendi com quem sabia:  com o saudoso David Carminatti – o pioneiro – o primeiro a introduzir o caranguejo como petisco de buteco, por volta de 1968/1969, salvo engano dos meus shipis. Ele começou na “Rua Velha” – rua Lisandro Nicoletti, paralela à avenida Paulino Muller – em Jutuquara e em 1970 passou pro ponto atual, na avenida Paulino Muller.

David Carminatti também foi o criador do queijim frito, que ele servia com um vinagrete.


Depois com o Décio do “Belisketi”, um buteco do Jardim da Penha. As crias da casa aprenderam e foram treinadas a comer caranguejo no Bar do David e no Belisketi,do Décio (que fazia também uma isca de fígado acebolado, primorosa).

Caranguejo, eu sei degustar como pouca gente, falsa modéstia à parte.  E sei do ponto certo e tudo o mais. O caranguejo da última terça estava irreconhecível, pois já comi caranguejo dusbão, certim, no Ilha do Caranguejo.
O de terça estava ressecado por dentro, não estava suculento. Os filés das pernas e puãs soltavam com dificuldade. Jamais gastei tanto tempo pra destrinchar uma caranguejo.

Mas, tudo bem. acontece. Quero aproveitar pra deixar um cumprimento especial prum grande profissional da casa, que é o Emílio, um paulista que veio para estas paragens. Competente, bem informado e sempre atento aos clientes. Na terça, não foi ele que me atendeu. A casa conta com outros bons profissionais. Fora o péssimo caranguejo, o atendimento foi bom (Oswaldo Oleari).

Tá tudo começado

Lá, há cerca de 2 mil e cacetada de anos, depois daquela encrenca bíblica em que o parceiro Jesus se fubecou diante da turba, ficou cravada aquela famosa:

– Está tudo consumado!

Uquiqui é a memacosa que “já era”. Aqui no Portal Don Oleari Ponto Com / Rádio Clube da Boa Música antecipamos tudo e já começamos 2016.


Elyan com seu amigo
 Mário Henkenfof


Primeiro, foi a chegada de um amigo e agora parceiro, o Elyan Peçanha, que mantém uma das colunas mais lidas da imprensa do Espírito Santo na capital secreta do muuunnndoooo, Cachoeiro de Itapemirim.

Fomos experimentando, fomos ajustando, e Elyan Peçanha: Aqui Cachoeiro de Itapemirim tomou o jeito de quem daqui não saio, daqui ninguém me tira.

Nesta terça-feira, 22, chega outro nome importante, o jornalista André Lachini, de São Paulo, mas com raízes no Espírito Santo, não fosse ele um Lachini, neto de seu Antonio Lachini, que tive o privilégio de conhecer, e filho do Claudio, um cara por quem tenho grande estima, pois com ele, em São Paulo, aprendi pracaramba à beça. E com o DNA da família Del Caro, com inserções no cenário político através do Senador Henrique Del Caro.

E mais importante ainda porque numa oportunidade em que ele poderia ter escolhido outros 1000 sujeitos para trabalhar na Publicações Executivas Brasileiras, que estava formando uma nova equipe – uma editora associada a um grupo mexicano – ele apareceu na Rede Tupi de Rádio e Televisão, no Sumaré, onde eu era redator do Grande Jornal Falado Tupi, pra saber se eu não topava a parada.

Argumentei com ele: “mas você acha que eu vou conseguir fazer esse trabalho?” Eram revistas dedicadas ao varejo, Varejão Supermercados e Varejão Farmácia. 

Ele me disse: “claro que sim, você tem um texto bom – aliás, comecei a observar isso por suas cartas”, completou ele. Topei, fui, e acabou dando certo.

André começou hoje a coluna “Velozes e Furiosos” – viram os filmes? – que está reverberando pelaí –  vejam aí, ó http://nageral.donoleari.com.br/2015/12/especial-andre-lachini-encontro-de.html .

Mas tem mais. Vem mais gente por aí, gente bamba, gente elegante, gente que é boa no que faz. 

O Rubens Pontes, que sempre me incentivou a desistir de desistir, me apoiou num tempo que quase se tornou cansativo, mas acreditando que, como ele diz, trabalhar com conteúdo, com bom gosto, também tem público. E é por aí.

Vamuquivamu. Jatamu em 2016 – até porque jatamu com o saquim saturado de 2015, o ano que a gente devia ter pulado. E estamos fazendo uns ajustes gerais pra começar a organizar e montar a grade de programação da Rádio Clube da Boa Música, que será ancorada no Portal DOPC – www.donoleari.com.br . A Rádio CBM terá uma programação topidelinha, oceis vãovê.

trocatroca com a coluna:
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