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quarta, 18 de outubro de 2017

Homenagem do Rubens Pontes e do Oleari à meia dúzia e meia de donzelas e senhoras que nos (per) seguem: a flor e o espinho

Diagonal,
cronicascatinha do Oleari






Meu caro Rubens Pontes: 

Imaginei homenagear à meia dúzia e meia de donzelas e senhoras que nos acompanham – pranum falá nas que nos (per) seguem kkkk – e me inspirei numa pesquisa sobre flores de cactos que encontrei ao acaso na tal inferneti.

Fui fundo, tendo naturalmente o cuidado de deixar os dedos tocarem somente as teclas desta trolha eletrônica bilgueitiana istivijobiana, evitando que tocassem os espinhos, tamanha a expressividade de tantas fotos que vi, cada uma com espinho assim, ó, destamanho.


















Aleatoriamente, escolhi as que exibo aqui, esperando quiocê, nosso douto e sábio Diretor de Conteúdo, as aprove. 

E – quem sabe? – aproveite até pra escrever um textim daqueles durabu, quinem os que temos mostrado no Portal DOPC / Rádio CBM com frequência.

Confesso, meu amigo e parceiro Rubens, quistô num diadema retroz. 

Donzelas e damas se sentirão homenageadas com tais flores ou estarão mais preocupadas com os espinhos?

Sabisilá, Rubens? É bem verdade que hoje donzela é quinemqui Minas no poema “E agora, José”, do seu conterrâneo Carlos Drummond de Andrade:

– Minas não há mais…

Será quiuma dessas donzelas que só curtem retratim do George Clooney, do Richard Gere, do Brad Pitt e do Chay Suede no maledeto feissibuqui, não vai chiar e misculhambá?

– Esse cara tá maluco, cacto cheio de espinho, misquece – dirá a donzela ranzinza, deletando esta cascatinha.
Sei não. Tô meiqui macambuzio, mas como estamos falando apenas por um “memorando de comunicação interna” através do bilhetimeil, esperemos que tudo se acomode. 

Por dúvidas das vias, para não me acusarem de “racista”, vai mais essa aí, à direita, com flores brancas, que também achei dubarai. 

Por dúvida das vias 2, vê aí, revisa este textim improvisado e manda seu veredictum (sei quiocê é um “latinólogo” de primeira, quero dizer um cara versado em Latim).

Por último, mas não o pior, deixo cair aí a joia de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, “A Flor e o Espinho”, que tenho certeza que nosso prezado Rogério Coimbra, pesquisador e produtor cultural, vai aprovar. 

Nelson e Guilherme cantam também “Minha Festa”, que, ao contrário da primeira, é alegre, é festiva: “graças a Deus, minha vida mudou…”

À esquerda, um retratim documento: énois entrevistando Guilherme de Brito, de frente, e Nelson Cavaquinho. De Nelson só aparece o cabelo muntchio branco depois da minha vasta cabeleira cacheada.
Rubens, não entendo disso não, mas sempre vivi de inveja do Nelson e do Guilherme por esses versos irretocáveis:
 …”Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor…” (Oswaldo Oleari).

A flor e o espinho (letra e vídeo)

Nelson Cavaquinho – A Flor e o Espinho / Minha Festa
Nelson Cavaquinho no Programa MPB Especial, dirigido por Fernando Faro com a participação de Guilherme de Brito.

Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu so errei quando juntei minh’alma a sua
O sol não pode viver perto da lua
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu so errei quando juntei minh’alma a sua
O sol não pode viver perto da lua
É no espelho que eu vejo a minha magoa
A minha dor e os meus olhos rasos d’agua
Eu na sua vida já fui uma flor
Hoje sou espinho em seu amor
Eu so errei quando juntei minh’alma a sua
O sol não pode viver perto da lua
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Que eu quero passar com a minha dor

trocatroca com a coluna e com o Portal DOPC /Rádio CBM:
[email protected]



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