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segunda, 15 de julho de 2019

Rubens Pontes para André Lachini: “o primeiro Fusca ninguém esquece…você esgotou o assunto”

Um Wolseley, inglês, produção de 1948 a 1953: o primeiro carro do Rubens Pontes

– “Preclaro e 
clarividente Oleare:

– Confesso hoje uma frustração escondida há muitos anos, agora acordada pelo magnífico estudo de André Lachini sobre o carro que marcou a história no automobilismo mundial.

Embora tenha dirigido um Fusca, modelo 1958 (?) caixa seca, de minha filha, meu primeiro automóvel foi um Wolseley, inglês – carro, diziam, usado pela Scotland Yard, comprado em segunda mão. 

Fusca 1958

Depois dele, dirigi um Dauphine, 
trocado 2 anos depois por um Gordini, mais tarde trocado por um DKW Vemag, com motor de dois tempos.

Até chegar, na chamada idade madura, aos carros americanos com mais espaço, maior potência….e maior presença…

Mas o que quero ressaltar são as informações divulgadas na coluna do nosso companheiro, esgotando literalmente qualquer outro pretendido estudo sobre o carro alemão. 


Gordini 1963



Mais do que didático, um jornalismo
moderno e informativo, balizado por profundo conhecimento do assunto.

Já havia lido colunas em jornais sobre o Wolkswagen, desde as assinadas por Fábio Doyle, meu antigo companheiro nos Diários Associados, a José Roberto Nasser, jornalista capixaba radicado em Brasilia.

DKW Belcar 1969

Nasser mantém em lugar de honra na sua sala de visitas um Ford modelo 1929, uma beleza.

Mas nada vi tão completo como o fluente e informativo trabalho de Lachini.
O Portal DOPC fica inflado com essa participação no seu esforço de informar bem (Rubens Pontes).

Pitaco do Oleari

Depois de me dizer, mais uma vez, que não conseguiu colocar o comentário lá ao pé da matéria do André Lachini, meu preclaro parceiro Rubens Pontes me vem com esse papo delicioso, que achei ótimo ele não ter conseguido colocar lá em “comentar”. 

Ao ler, pensei cá cos meus butão: vou brincar com esse textim do Rubens, cheio de merecidos confetes, serpentinas e lantejoulas, para o excelente histórico do André, que realmente esgotou o assunto história do Fusca.

Vi alguma coisa pelaí, inclusive na chamada grande imprensa, mas nada que chegue ao chão das rodas do primeiro Fusca 1958 que o Rubens dirigiu, ou ao Fusca 1971, também o “primeiro fusca” do André. 

Como na inferneti nada se perde e quinemqui dizia a Bíblia “quem procura, acha” – foi na Bíblia que alguém disse essa bobagem aí? – fui fuçar os primeiros carros do Rubens, quitão aí. Como ele só citou o Fusca 1958, os outros eu “arbitrei”, como qualquer outro editor arbitrário.

E por dúvidas das vias, digo a oceis quiu meu primeiro Fusca foi um modelo 1966 – motor 1.200cc – que me foi vendido pelo saudoso Nenel Miranda na Volskwagen da Avenida Vitória, em frente ao Ginásio Salesiano (Vitória/ES). Era verdinzim quinem esse daí da foto. Uma delícia. Fiquei com saudade dele depois que, lá na frente, passei prum 1967, já de 1.300cc. 

Agora, não gosto de intriga entre colegas, nunsinhô, mas se eu fosse o André eu diria ao Rubens: “Poxa, Rubens, conta aí sobre os carrões com mais espaço, maior potência….e maior presença…quiocê desfilou neles”, quinemquiocê disse aí pracima (Oswaldo Oleari).


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