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quarta, 13 de dezembro de 2017

Diagonal – Zé Moreira, Kako Dinelli e Edu Szajnbrum terça no Quiosque 3; Abaixassinado da Pracinha do Cauê: Valsugana no Carnaval

Diagonal, coluna do Oleari






Projeto Jazz 

da Orla

Dia 2 de fevereiro é dia de festa no mar, segundo o velho Caymi. 
E é dia também de jazz dubão e música insrumental daboa na beira do mar, na Orla de Camburi.



Terça feira, 2/2, rola Zé Moreira Trio + Edu Szajnbrum no projeto Jazz da Orla. 

O projeto acontece às terças-feiras no Quiosque 3 do calçadão da Praia de Camburi, Vitória/ES.

A partir das 20h30m


Terça feira, 2/2, 

Zé Moreira, guitarra
Kako Dinelli, baixo
Edu Szajnbrum, bateria


Projeto Jazz da Orla
A partir das 20h30m

Enviado por 
Pedro Henrique G. Oleare

Valsugana, o ótimo de Pedra Azul, abre no Carnaval


Claudio e Marília Calmon vão brincar o carnaval atendendo no seu ótimo Restaurante Valsugana, em Pedra Azul, Domingos Martins/ES.                     

O funcionamento durante o Carnaval será assim: dias 6, 7, 8 e 9 de fevereiro – sábado, domingo, segunda e terça-feira – o Valsugana abre para almoço e jantar.

almoço – de 11h30m às 15h30m
jantar   – de 19 às 22h30m

027 3248 1126 / 27 99942 4354
www.restaurantevalsugana.com.br 

Abaixassinado no Change.org 
contra a Pracinha do Cauê


Pracinha do Cauê é aquela praça que interrompe o importante eixo de escoamento de um zilhão de veículos diariamente entre a Avenida Nossa Senhora da Penha e a Terceira Ponte – Ponte Darci Castelo de Mendonça.

Quem vai de Vila Velha pra Vitória e faz o sentido inverso todos os dias sabe uquiqui aquela Pracinha do Cauê representa de atraso para o fluxo do tráfego diariamente. 

Os milhões de reais em prejuizos distribuidos por centgenas de milhares de veículos, entra ano sai ano.

A Pracinha do Cauê não tem qualquer utilização pela comunidade do entorno.

Ela é utiilizada por meia dúzia e meia de pessoas, apenas, como temos registrado em fotos diariamente, em horários diversos.

O administrador de emrpresas Marcos Rosetti, executivo de uma empresa de São Paulo cujo escritório central fica exatamente em frente à pracinha do Cauê, anota a ínfima movimentação da praça todos os dias.

Ele mandou umas anotações que achei muito interessantes e que servem bem à discussão.

Diz ele:

– Vi o abaixo assinado e a sugestão de que seja estudado um espaço elevado para atender ao pequeno número de pessoas que usam a Praça do Cauê. Como estou na área todos os dias, diria a quem se interessasse pelo problema que nem é preciso sacrificar a Praça, o espaço dela, como é hoje.

Foto feita neste sábado, dia 30, numa manhã de sol pela advogada Flávia Miranda Oleare. Vejam quantas pessoas estavam na praça.

Rosetti sugere que se corte a Praça para a passagem das pistas da Avenida Nossa Senhora da Penha, abrindo o gargalo existente, e adiantando a vida não só da Cidade mas de toda uma região metropolitana. 

Mas, e a Praça? pergunto.
Marcos Rosetti responde:

– Se for feito o corte para as pistas em linha reta, esse corte não alcançaria a quadra de tênis que fica do lado esquerdo dessa linha imaginária. O que os gestores poderiam fazer? pergunta o executivo. Estenderiam a praça para a esquerda, encostando-a na escola existente – Escola Fernando Rabelo, salvo engano do digitador desta linha aqui – e o espaço não sofreria qualquer restrição quanto aos equipamentos.

Vou colar aqui o linki pra vocês assinarem, pliiisiii. A Pracinha do Cauê não pode atrapalhar a vida de centenas de milhares de pessoas todos os dias de todas as semanas de todos os meses de todos os anos (Oswaldo Oleari).

https://www.change.org/p/prefeito-luciano-resende-prefeito-de-vit%C3%B3ria-es-a-pra%C3%A7a-cristov%C3%A3o-jaques-n%C3%A3o-%C3%A9-usada-pela-comunidade?recruiter=43898299&utm_source=share_petition&utm_medium=copylink

ô, assina aí, sô. Centenas de milhares de pessoas vão agradecer.



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