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quarta, 18 de outubro de 2017

Papufuradu – cronicascatinha do Oleari

Diagonal, coluna do Oleari

– Dependente da trolha eletrônica bilgueitiana istivijobiana, niquiqui ela decide, purinsemplu, fazer atualizações depois de ser formatada, sai da frente.

“É preciso esperar”, me diz o bambambam em infernética Carlos Eduardo de Souza, nosso prezadíssimo Kadu, gente de primeira, amigo de outro gente de primeira, nosso colegaço Roberto Saul.

E niquiqui espera, fui folhear uns livrim, quinemqui o dos poemas do José Irmo Gonring, onde sempre paro pra ruminar isso daí:
Da linguagem II:

Em certo sentido
é bom ficar calado
para ser ouvido

…e peguei alguns LPs históricos para tocar no velho e bravo Gradiente.
Exemplos?
O LP “Sound of Jazz” com o registro do famoso programa da CBS de 1957. 

Outro?
O LP “Dick Farney e seu jazz moderno no auditório de O Globo”, xou datado de 28 de novembro de 1958 no auditório do famoso jornal carioca.

Outro? 
LP “Paris Concert” com The Gerry Mulligan Quartet, um registro de 1 de junho de 1954, na famosa Sala Pleyel, na Paris sem colonizados – ainda estavam todos nas colônias francesas, claro.

Chega? Chega. Já sei quitão morrendo de inveja. Mas, espera daqui espera dali, um tanto de bobagens começa a rudiá a minha cabeçorra. Tipo assim eu sempre imaginar porque não existe outro dia entre sábado e domingo pra gente esticar a vadiagem.

Ou resolver o meu inconformismo quanto ao dia de domingo: sempre achei que a gente diviadi pulá direto pra terça-feira.
Iquius apusentadu, como defende meu guru intecquitual, o sábio Rubens Pontes, passem a ter também um mês de férias.
Sacanagem.

Como nunca me conformei com as lendas de quem inventou os animais de duas patas, supostamente racionais, muito menos com a tal teoria da evolução.

Ora, por que evolução se nossos irmãos, os macacos, continuaram saltitantes, flanando pelas árvores, pulando daqui pralí, se livrando do “trânsito” intenso no chão e nosotros, supostos evoluídos, fomos condenados a ficar chapados ao chão em cima de duas patas? 

…E sem aquele rabão traseiro…pra dar umas “chicotadas” nos arrogantes e semnoção de plantão, quitão por aí, rudiando a gente, veizincando. 
Sacanagem 2.

E aí, vejo um outro LP, do qual não me lembrava. Só sei que o comprei numa feirinha do MASP em São Paulo. Não conheço o protagonista do LP. E garro a maginá que só comprei o disco, baratim, porque tem o violoncelo do Jacque Morelembaum, que só toca com músico topidilinha. E porque tem uma faixa chamada “Para Jimmy Page”.
Quiele isbagaça., o tal Marco Antonio Araújo, violões.

Ahhh, papufuradu deviditê – istorando, istorando – tipo uma lauda. Ou uma folha A 4.
Portanto. Recolho-me à minha insignificância, enfio o imaginário rabo entre as pernas e caço a tecla . final (Oswaldo Oleari).

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