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quarta, 19 de setembro de 2018

Crise leva empresa a cortar custos em TI, um prato cheio para hackers

Nos seis primeiros meses deste ano já foram registradas mais de 780 mil tentativas de golpes, 12,3% a mais em relação ao mesmo período de 2016.

Pesquisas apontam que a crise financeira tem aberto precedentes também para o crescimento no número de ataques cibernéticos.

O motivo disso é que muitas empresas estão cortando os gastos, inclusive de setores importantes como o da Tecnologia da Informação (TI). Assim ficam abertas as portas especialmente para os hackers que cobram caro para devolver os dados sequestrados, uma ação cada vez mais forte e segmentada chamada de ransomware.

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude, de janeiro a junho deste ano foram registradas 782.244 tentativas de golpes, um crescimento de 12,3% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Segundo Armsthon Zanelato, diretor Comercial da ISH Tecnologia, que oferece soluções integradas de segurança e infraestrutura cibernéticas, o mapeamento desses e de outros riscos é o primeiro passo para mitigar possíveis problemas para a segurança da informação. “Para isso é preciso realizar uma pesquisa interna para avaliar todos os pontos de insegurança, que vão desde a fragilidade dos sistemas até o comportamento dos colaboradores, que devem ser constantemente treinados”, ressalta.

Outro ponto fundamental é manter os softwares dos dispositivos eletrônicos da empresa sempre atualizados. “Sempre que é descoberta uma vulnerabilidade, os fabricantes dos softwares oferecem correções que devem ser feitas rapidamente, pois a comunidade hacker também está ciente. É preciso entender que é mais fácil e barato prevenir do que se recuperar de uma crise de segurança”, destaca.

Atenta a esses casos, um serviço da ISH Tecnologia, o ISH Vision, detecta, analisa e notifica ataques hackers em tempo recorde, além de poder amenizá-los e revertê-los. Quando as empresas são atacadas por hackers, os funcionários que trabalham no setor de segurança só tomam conhecimento do problema quando ele já aconteceu.

Nesse sentido, o ISH Vision identifica o incidente em tempo real e, em seguida, inicia a validação, a análise, a classificação e a notificação para a equipe responsável. “Ofertamos ainda um contrato estendido, em que atuamos também na resposta e na correção do incidente. Tudo isso no modelo 24x7x365, ou seja, disponível a todo tempo”, complementa Armsthon.

Além de ser o único serviço do país a operar com altíssimo nível de complexidade, o ISH Vision possibilita ainda que os contratantes acompanhem em tempo real a segurança de seus serviços por meio de um painel de controle (dashboard) exclusivo. A ferramenta apresenta os indicadores estratégicos (KPIs, do inglês Key Performance Indicators) de forma rápida e visual, consolidando os dados dos dispositivos de segurança em uma única plataforma.

Com informações de Andréa Moreira

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