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tera, 17 de julho de 2018

Começa nesta sexta em Pontal do Ipiranga, Linhares/ES, o Itinerante 24º Festival de Cinema de Vitória

O balneário mais animado de Linhares, ao Norte do Espírito Santo, Pontal do Ipiranga, recebe as primeiras sessões do 24º Festival de Cinema de Vitória Itinerante com serssões gratuitas ao ar livre na Praça Principal, sempre às 19 horas.

Nesta sexta-feira (5), será exibido o longa-metragem “Como Nossos Pais” (foto), de Laís Bodanzky. Neste sábado (6) será exibida uma seleção de curtas-metragens voltados para o público infanto-juvenil.

Situada a 45 km da sede do município de Linhares e a 170 Km de Vitória, Pontal do Ipiranga concilia a ocupação urbana com a preservação ambiental. Durante o verão, essa praia recebe turistas de todo o Brasil que buscam seu clima festivo, suas águas mornas e outros atrativos naturais.

Pontal do Ipiranga é bem urbanizada, conta com diversas casas de veraneio, suas principais vias são calçadas e dispõe de uma variada rede de serviços para atender turistas e moradores com bares, restaurantes, pousadas, quiosques, camping e clubes. Na alta temporada, recebe diversos shows e trio elétricos que animam os banhistas.

Com águas turvas e mornas, a Praia de Pontal do Ipiranga é convidativa para banhos na maré baixa. Quando o mar fica agitado, vira o point ideal para o surf e outros esportes. Esse balneário também é ideal para quem quer ficar mais perto da natureza, pois, além de manter sua mata de restinga preservada, dispõe de trilhas ecológicas onde é possível avistar diversos animais típicos da Mata Atlântica. A areia fofa dessa praia também é local de desova de tartarugas marinhas.

Como chegar a Pontal do Ipiranga

Partindo do Bairro Aviso, em Linhares, o acesso para Pontal do Ipiranga é feito pela rodovia ES 248. É preciso percorrer esta rodovia até o Clube de Aeromodelismo, a partir deste ponto seguir pela rodovia ES 358. Depois de cruzar o Rio Ibiriba, no trevo com a rodovia ES 010, seguir para Pontal do Ipiranga conforme placa de sinalização.

Filmes da Itinerância

Sucesso de crítica, “Como Nossos Pais” é escrito e dirigido por Laís Bodanzky (“Bicho de Sete Cabeças”) e estrelado por Maria Ribeiro e Paulo Vilhena. Esse longa teve sua primeira exibição no Festival Internacional de Cinema de Berlim e foi premiado nas categorias Melhor Interpretação (Clarisse Abujamra), Melhor Direção e Melhor Filme (Júri Popular) no 24º Festival de Cinema de Vitória.

Paulo-Vilhena, Sophia Valverde, Annaclara Prates e MariaRibeiro

Na trama dessa ficção, é explorado o embate de gerações que serve de pano de fundo para a abordagem de temas complexos, como a mortalidade, o feminismo e o papel da tecnologia nos relacionamentos atuais.

O Festival de Cinema de Vitória Itinerante também garantirá a diversão do público infanto-juvenil com a exibição de seis curtas-metragens que fizeram parte das últimas edições do Festivalzinho de Cinema. São eles as animações “O Projeto do Meu Pai”, de Rosaria; “Luiz”, de Alexandre Estevanato e “Victor” (foto), de Darcy Alcantara, Felipe Gaze e Wolmyr Alcantara; e as ficções “Braços Abertos”, de Monique Lima; “A Piscina de Caíque”, de Gustavo da Silva e “Hora do Lanchêêê”, de Claudia Mattos.

Realização: 24° Festival de Cinema de Vitória Itinerante – Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte,

Patrocínio: Ministério da Cultura, através da lei de incentivo à cultura, do Governo Federal e da Petrobras.

Apoio da Rede Gazeta, da Arcelor Mittal Tubarão, da Caixa Econômica Federal e das Prefeituras locais.

Contribuindo para a formação de plateia, a difusão do cinema nacional e a promoção do lazer cultural, o circuito de cinema segue até o próximo dia 2 de fevereiro e percorrerá o litoral do Espírito Santo de norte a sul, passando também por Aracruz, Anchieta, São Mateus e Vitória.

SERVIÇO

24° Festival de Cinema de Vitória Itinerante

Pontal do Ipiranga – Linhares -ES (Praça Central)

– 5 de janeiro de 2018 – Filme: “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky

– 6 de janeiro de 2018 – Filmes: “O Projeto do Meu Pai”, de Rosaria; “Luiz”, de Alexandre Estevanato; “Braços Abertos”, de Monique Lima; “Victor”, de Darcy Alcantatra, Felipe Gaze e Wolmyr Alcantara; “A Piscina de Caíque”, de Gustavo da Silva; “Hora do Lanchêêê”, de Claudia Mattos.

IMPORTANTE: todas as sessões são gratuitas e têm início às 19 horas!

FILMES

“Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky (Ficção, 102 minutos, 2017, SP / Classificação: 14 anos)
Sinopse: Rosa é uma mulher que quer ser perfeita em todas as suas obrigações: como profissional, mãe, filha, esposa e amante. Quanto mais tenta acertar, mais tem a sensação de estar errando. Filha de intelectuais dos anos 70 e mãe de duas meninas pré-adolescentes, ela se vê pressionada pelas duas gerações que exigem que ela seja engajada, moderna e onipresente, uma supermulher sem falhas nem vontades próprias. Rosa vê-se submergindo em culpa e fracassos, até que, em um almoço de domingo, recebe uma notícia bombástica de sua mãe. A partir desse episódio, Rosa inicia uma redescoberta de si mesma.

“Luiz”, de Alexandre Estevanato (foto – Animação, 16 minutos, SP, 2017 / Classificação: livre)
Sinopse: Luiz é uma daquelas doces crianças que têm olhos de ver. Vê pureza, vê bondade, vê o mundo com inocência, vê até um amigo imaginário! Junte-se a eles nesta delicada aventura e descubra o que há de bom na vida. E você, tem olhos de criança?

“O Projeto do Meu Pai”, de Rosaria (Animação, 6 minutos, ES, 2016 / Classificação: livre)
Sinopse: eu tenho um amigo que diz que a gente precisa desenhar uma mesma coisa mil vezes, até ela ficar do jeito que a gente acha que é.

“Braços Abertos”, de Monique Lima (Ficção, 9 minutos, RJ, 2017 / Classificação: livre).
Sinopse: Marquinhos um menino com Síndrome de Down, sempre sufocado pela sua mãe, nunca teve vontade de sorrir, sua vida é chata. Ele gosta de ficar sempre sozinho. Num dia indo ao novo terapeuta, Marquinhos vê um dançarino de rua e se encanta. Sua mãe o reprime, por zelo e o afasta do dançarino, impaciente, Marquinhos foge de casa enquanto sua mãe está dormindo. Nessa fuga, Marquinhos é levado a um mundo de liberdade e magia após reencontrar o dançarino, que o ajudará a viver uma vida normal e feliz.

“A Piscina de Caíque”, de Raphael Gustavo da Silva (foto – Ficção, 15 minutos, GO, 2017 / Classificação: livre).
Sinopse: sonhando em ter uma piscina, Caíque e seu amigo inseparável se divertem escorregando no chão molhado e ensaboado da área de serviço. Por causa do desperdício de água, Caíque acaba criando problemas com sua mãe.;

“Victor”, de Darcy Alcantara, Felipe Gaze e Wolmyr Alcantara (Animação, 1 minuto, ES, 2016 / Classificação: livre)
Sinopse: os pingos da chuva parecem não incomodar um estranho homem e seu surrão quando atravessam na madrugada a fachada de um cemitério na alameda mal iluminada. Enquanto o carro policial ronda a esquina, o misterioso sujeito, cuja face permanece oculta na névoa densa, aperta o passo até chegar num pequeno cômodo onde dedica o restante da madrugada ao seu enigmático projeto.

“Hora do Lanchêêê”, de Claudia Mattos (foto – Ficção, 15 minutos, RJ, 2015 / Classificação: livre)
Sinopse: se não fosse pelo almoço gratuito na escola pública, os irmãos Joalisson, Joedson e Jowilson iriam ficar de barriga vazia o dia inteiro. A mãe dos meninos, que é solteira e está desempregada, tem dificuldade até mesmo para colocar comida em casa, mas não quer que os vizinhos saibam de seus problemas financeiros. Por isso, toda tarde, ela obriga as crianças a ir para a janela da frente e fingir que estão mastigando. A vizinhança toda acredita. Até quando essa farsa vai se sustentar?

Com Danielle Ewald

Edição final: OO.

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