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segunda, 22 de julho de 2019

Cine Itinerante do 24º Festival de Cinema de Vitória vai a Iriri, litoral Sul do ES, sexta e sábado

Abertura foi em Pontal do Ipiranga, Linhares (foto), depois em Santa Cruz, Aracruz, litoral Norte do ES.

 

O 24º Festival de Cinema de Vitória Itinerante chega à terceira semana, agora no balneário de Iriri, em Anchieta, litoral sul do ES.

Situado a cerca de 100 km de Vitória, Iriri é um distrito de Anchieta e um dos balneários mais procurados do sul do Espírito Santo.

Além da Praia da Costa Azul, fazem parte de sua orla as Praias da Areia Preta, dos Namorados e Santa Helena.
Sua infra-estrutura e serviços para turistas são excelentes com hotéis e pousadas para diversos públicos, serviços de restaurantes e alimentação, agências de turismo, bares e quiosques entre outros.

No carnaval, o balneário se transforma em um dos points mais agitados do litoral capixaba.

No 22º FCV Itinerante

A Praia da Costa Azul, onde será montada a sala de cinema ao ar livre para a sessão do 24º Festival de Cinema de Vitória Itinerante, possui águas claras e com um tom azulado que justifica o nome. De lá, é possível fazer passeios de barco ou escunas pelas ilhas próximas, se dedicar a algum esporte aquático como surf, kitesurf e Stand Up Paddle, ou se aventurar na banana boat e em mergulhos de Snorkel.

Iriri também é conhecida pela variedade da gastronomia. Diversos restaurantes servem frutos do mar e pratos da cozinha local – como a moqueca e a torta capixaba, além da culinária nacional e internacional.

Filmes

Sucesso de crítica, “Como Nossos Pais” é escrito e dirigido por Laís Bodanzky (“Bicho de Sete Cabeças”) e estrelado por Maria Ribeiro e Paulo Vilhena. Esse longa teve sua primeira exibição no Festival Internacional de Cinema de Berlim e foi premiado nas categorias Melhor Interpretação (Clarisse Abujamra), Melhor Direção e Melhor Filme (Júri Popular) no 24º Festival de Cinema de Vitória. A trama explora o embate de gerações como pano de fundo para a abordagem de temas complexos – mortalidade, feminismo e o papel da tecnologia nos relacionamentos.

O Festival de Cinema de Vitória Itinerante oferece diversão ao público infanto-juvenil com a exibição de seis curtas-metragens das últimas edições do Festivalzinho de Cinema. São as animações “O Projeto do Meu Pai”, de Rosaria; “Luiz”, de Alexandre Estevanato e “Victor”, de Darcy Alcantara, Felipe Gaze e Wolmyr Alcantara; e as ficções “Braços Abertos”, de Monique Lima; “A Piscina de Caíque”, de Gustavo da Silva e “Hora do Lanchêêê”, de Claudia Mattos.

Realização: 24° Festival de Cinema de Vitória Itinerante – Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte,

Patrocínio: Ministério da Cultura, através da lei de incentivo à cultura, do Governo Federal e da Petrobras.

Apoio: Rede Gazeta, Arcelor Mittal Tubarão, Caixa Econômica Federal e prefeituras locais. O circuito de cinema segue até o próximo dia 2 de fevereiro percorrendo litoral do Espírito Santo de norte a sul.

SERVIÇO

24° Festival de Cinema de Vitória Itinerante – Iriri – Anchieta- ES

19 de janeiro de 2018
Local: Praia Costa Azul
Filmes: “O Projeto do Meu Pai”, de Rosaria; “Luiz”, de Alexandre Estevanato; “Braços Abertos”, de Monique Lima; “Victor”, de Darcy Alcantatra, Felipe Gaze e Wolmyr Alcantara; “A Piscina de Caíque”, de Gustavo da Silva; “Hora do Lanchêêê”, de Claudia Mattos.

20 de janeiro de 2018 – Local: Praia Costa Azul – Filme: “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky

“Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky (Ficção, 102 minutos, 2017, SP / Classificação: 14 anos)
Sinopse: Rosa é uma mulher que quer ser perfeita em todas as suas obrigações: como profissional, mãe, filha, esposa e amante. Quanto mais tenta acertar, mais tem a sensação de estar errando. Filha de intelectuais dos anos 70 e mãe de duas meninas pré-adolescentes, ela se vê pressionada pelas duas gerações que exigem que ela seja engajada, moderna e onipresente, uma supermulher sem falhas nem vontades próprias. Rosa vê-se submergindo em culpa e fracassos, até que, em um almoço de domingo, recebe uma notícia bombástica de sua mãe. A partir desse episódio, Rosa inicia uma redescoberta de si mesma.

“O Projeto do Meu Pai”, de Rosaria (Animação, 6 minutos, ES, 2016 / Classificação: livre)
Sinopse: eu tenho um amigo que diz que a gente precisa desenhar uma mesma coisa mil vezes, até ela ficar do jeito que a gente acha que é.

“Luiz”, de Alexandre Estevanato (Animação, 16 minutos, SP, 2017 / Classificação: livre)
Sinopse: Luiz é uma daquelas doces crianças que têm olhos de ver. Vê pureza, vê bondade, vê o mundo com inocência, vê até um amigo imaginário! Junte-se a eles nesta delicada aventura e descubra o que há de bom na vida. E você, tem olhos de criança?

“Braços Abertos”, de Monique Lima (Ficção, 9 minutos, RJ, 2017 / Classificação: livre).
Sinopse: Marquinhos um menino com Síndrome de Down, sempre sufocado pela sua mãe, nunca teve vontade de sorrir, sua vida é chata. Ele gosta de ficar sempre sozinho. Num dia indo ao novo terapeuta, Marquinhos vê um dançarino de rua e se encanta. Sua mãe o reprime, por zelo e o afasta do dançarino, impaciente, Marquinhos foge de casa enquanto sua mãe está dormindo. Nessa fuga, Marquinhos é levado a um mundo de liberdade e magia após reencontrar o dançarino, que o ajudará a viver uma vida normal e feliz.

Praias de Iriri, litoral sul do ES.

“Victor”, de Darcy Alcantara, Felipe Gaze e Wolmyr Alcantara (Animação, 1 minuto, ES, 2016 / Classificação: livre)
Sinopse: os pingos da chuva parecem não incomodar um estranho homem e seu surrão quando atravessam na madrugada a fachada de um cemitério na alameda mal iluminada. Enquanto o carro policial ronda a esquina, o misterioso sujeito, cuja face permanece oculta na névoa densa, aperta o passo até chegar num pequeno cômodo onde dedica o restante da madrugada ao seu enigmático projeto.

“A Piscina de Caíque”, de Raphael Gustavo da Silva (Ficção, 15 minutos, GO, 2017 / Classificação: livre).
Sinopse: sonhando em ter uma piscina, Caíque e seu amigo inseparável se divertem escorregando no chão molhado e ensaboado da área de serviço. Por causa do desperdício de água, Caíque acaba criando problemas com sua mãe.;

“Hora do Lanchêêê”, de Claudia Mattos (Ficção, 15 minutos, RJ, 2015 / Classificação: livre)
Sinopse: se não fosse pelo almoço gratuito na escola pública, os irmãos Joalisson, Joedson e Jowilson iriam ficar de barriga vazia o dia inteiro. A mãe dos meninos, que é solteira e está desempregada, tem dificuldade até mesmo para colocar comida em casa, mas não quer que os vizinhos saibam de seus problemas financeiros. Por isso, toda tarde, ela obriga as crianças a ir para a janela da frente e fingir que estão mastigando. A vizinhança toda acredita. Até quando essa farsa vai se sustentar?

Danielle Ewald

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