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domingo, 20 de maio de 2018

Cine Itinerante do 24º Festival de Cinema de Vitória vai a Guriri, São Mateus, Norte do ES, neste fim de semana

Sessões serão realizadas na Avenida Oceano Atlântico,

a partir das 19 horas

 


Em sua penúltima semana, o 24º Festival de Cinema de Vitória Itinerante desembarca na ilha de Guriri, em São Mateus, onde promove exibições gratuitas de filmes brasileiros para turistas e moradores.

Situada a cerca de 10 Km da sede do município de São Mateus, Guriri é uma ilha criada artificialmente e está separada do continente pelos Rios Cricaré e Mariricu. É um dos balneários mais procurados por moradores do norte capixaba e por turistas principalmente de Minas Gerais.

Suas praias têm águas mornas e bem movimentadas, especialmente no trecho mais próximo da área urbana. A Av. Oceano Atlântico, que margeia a praia, conta com ciclovia e calçadão bem cuidados, propícios para fazer caminhadas e outros esportes à beira mar.

Em Santa Cruz, Aracruz, também no litoral Norte do ES, a etapa anterior.

Caminhando para o sul, existe o Bosque da Praia ou Bazoni – trecho da praia com pinheiros, que fazem uma ótima sombra.

No extremo norte de Guriri fica a Boca da Barra, a foz do Rio Cricaré, de onde é possível avistar a sede de Conceição da Barra, município vizinho a São Mateus. Cerca de 25 Km ao sul da ilha, está situado o balneário de Barra Nova, onde o Rio Mariricu desemboca no Oceano Atlântico.

Pontal do Ipiranga, Linhares, Norte do ES, por onde começou a atual temporada do Cine Itinerante.

Filmes da Itinerância

Sucesso de crítica, “Como Nossos Pais” é escrito e dirigido por Laís Bodanzky (“Bicho de Sete Cabeças”) e estrelado por Maria Ribeiro e Paulo Vilhena. Esse longa teve sua primeira exibição no Festival Internacional de Cinema de Berlim e foi premiado nas categorias Melhor Interpretação (Clarisse Abujamra), Melhor Direção e Melhor Filme (Júri Popular) no 24º Festival de Cinema de Vitória. Na trama dessa ficção, é explorado o embate de gerações que serve de pano de fundo para a abordagem de temas complexos, como a mortalidade, o feminismo e o papel da tecnologia nos relacionamentos atuais.

O Festival de Cinema de Vitória Itinerante também exibe filmes para o publico infantil. São seis curtas-metragens do Festivalzinho de Cinema: “O Projeto do Meu Pai”, de Rosaria; “Luiz”, de Alexandre Estevanato e “Victor” (foto à direita), de Darcy Alcantara, Felipe Gaze e Wolmyr Alcantara; e as ficções “Braços Abertos”, de Monique Lima; “A Piscina de Caíque”, de Gustavo da Silva e “Hora do Lanchêêê”, de Claudia Mattos.

Realização: 24° Festival de Cinema de Vitória Itinerante – Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte,

Patrocínio: Ministério da Cultura, através da lei de incentivo à cultura, do Governo Federal e da Petrobras.

Apoio: Rede Gazeta, Arcelor Mittal Tubarão, Caixa Econômica Federal e prefeituras locais. O circuito de cinema segue até o próximo dia 2 de fevereiro percorrendo litoral do Espírito Santo de norte a sul.

SERVIÇO

24° Festival de Cinema de Vitória Itinerante
Guriri – São Mateus – ES (Av. Oceano Atlântico)

– 26 de janeiro de 2018 (Sexta-Feira) – Filmes: “O Projeto do Meu Pai”, de Rosaria; “Luiz”, de Alexandre Estevanato; “Braços Abertos”, de Monique Lima; “Victor”, de Darcy Alcantatra, Felipe Gaze e Wolmyr Alcantara; “A Piscina de Caíque”, de Gustavo da Silva; “Hora do Lanchêêê”, de Claudia Mattos.

– 27 de janeiro de 2018 (Sábado) – Filme: “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky

PROGRAMAÇÃO

“Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky (Ficção, 102 minutos, 2017, SP / Classificação: 14 anos)

Sinopse: Rosa é uma mulher que quer ser perfeita em todas as suas obrigações: como profissional, mãe, filha, esposa e amante. Quanto mais tenta acertar, mais tem a sensação de estar errando. Filha de intelectuais dos anos 70 e mãe de duas meninas pré-adolescentes, ela se vê pressionada pelas duas gerações que exigem que ela seja engajada, moderna e onipresente, uma supermulher sem falhas nem vontades próprias. Rosa vê-se submergindo em culpa e fracassos, até que, em um almoço de domingo, recebe uma notícia bombástica de sua mãe. A partir desse episódio, Rosa inicia uma redescoberta de si mesma.

“O Projeto do Meu Pai”, de Rosaria (Animação, 6 minutos, ES, 2016 / Classificação: livre)
Sinopse: eu tenho um amigo que diz que a gente precisa desenhar uma mesma coisa mil vezes, até ela ficar do jeito que a gente acha que é.

“Luiz”, de Alexandre Estevanato (Animação, 16 minutos, SP, 2017 / Classificação: livre)
Sinopse: Luiz é uma daquelas doces crianças que têm olhos de ver. Vê pureza, vê bondade, vê o mundo com inocência, vê até um amigo imaginário! Junte-se a eles nesta delicada aventura e descubra o que há de bom na vida. E você, tem olhos de criança?
“Braços Abertos”, de Monique Lima (Ficção, 9 minutos, RJ, 2017 / Classificação: livre).
Sinopse: Marquinhos um menino com Síndrome de Down, sempre sufocado pela sua mãe, nunca teve vontade de sorrir, sua vida é chata. Ele gosta de ficar sempre sozinho. Num dia indo ao novo terapeuta, Marquinhos vê um dançarino de rua e se encanta. Sua mãe o reprime, por zelo e o afasta do dançarino, impaciente, Marquinhos foge de casa enquanto sua mãe está dormindo. Nessa fuga, Marquinhos é levado a um mundo de liberdade e magia após reencontrar o dançarino, que o ajudará a viver uma vida normal e feliz.

“Victor”, de Darcy Alcantara, Felipe Gaze e Wolmyr Alcantara (Animação, 1 minuto, ES, 2016 / Classificação: livre)

Sinopse: os pingos da chuva parecem não incomodar um estranho homem e seu surrão quando atravessam na madrugada a fachada de um cemitério na alameda mal iluminada. Enquanto o carro policial ronda a esquina, o misterioso sujeito, cuja face permanece oculta na névoa densa, aperta o passo até chegar num pequeno cômodo onde dedica o restante da madrugada ao seu enigmático projeto.

“A Piscina de Caíque”, de Raphael Gustavo da Silva (Ficção, 15 minutos, GO, 2017 / Classificação: livre).

Sinopse: sonhando em ter uma piscina, Caíque e seu amigo inseparável se divertem escorregando no chão molhado e ensaboado da área de serviço. Por causa do desperdício de água, Caíque acaba criando problemas com sua mãe.;

“Hora do Lanchêêê”, de Claudia Mattos (Ficção, 15 minutos, RJ, 2015 / Classificação: livre)
Sinopse: se não fosse pelo almoço gratuito na escola pública, os irmãos Joalisson, Joedson e Jowilson iriam ficar de barriga vazia o dia inteiro. A mãe dos meninos, que é solteira e está desempregada, tem dificuldade até mesmo para colocar comida em casa, mas não quer que os vizinhos saibam de seus problemas financeiros. Por isso, toda tarde, ela obriga as crianças a ir para a janela da frente e fingir que estão mastigando. A vizinhança toda acredita. Até quando essa farsa vai se sustentar?

Com Danielle Ewald

Edição: OO.

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