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quinta, 18 de outubro de 2018

Uchôa de Mendonça: Venezuelanos banidos pela fome

 

Tenho pavor desse negócio de ficar “trepado” no muro sem definir de que lado quero pular! Esse tipo de indecisão jamais me atingirá.

Tenho dito a amigos e até meus familiares, quando morrer quero ser cremado, vai como uma declaração de próprio punho, simplesmente porque não quero que meus familiares fiquem pagando IPTU pela minha sepultura. Visita depois de enterrado, como dizia minha mãe, não vale nada…

Está acontecendo um episódio desagradável em Roraima, onde pequenas cidades na fronteira com a Venezuela, principalmente Pacaraima, estão sendo invadidas por refugiados fugindo do governo de Nicolas Maduro, um ignorantão que quer por que quer implantar o socialismo bolivariano e vem merecendo a repulsa do seu povo.

A invasão da cidade de Pacaraima (em vermelho, no mapa), em Roraima, na fronteira com a Venezuela mereceu a repulsa da coletividade local, depois que venezuelanos assaltaram um comerciante, espancando-o, provocando a revolta popular, com a destruição de acampamentos de refugiados, queima de seus pertences e empurrando-os para além da fronteira, gerando uma ação das Forças de Segurança Nacional, para impedir maior conflito.

Esse tipo de invasão, sob a idéia de refugiado sem ser, vem ocasionando problemas pelo mundo, principalmente nos Estados Unidos, para onde todo mundo quer ir, sob o pretexto de que ali “reina paz”, trabalho e riqueza…

Não sou contra as pessoas que gostam de aventura e buscam a migração, como acontece com muitos brasileiros que gostam de ir para a Europa, Estados Unidos, Japão, Canadá, por aí.

Mas não em proporções de “refugiados”, apenas em busca de aventura e dinheiro, e pouco trabalho. Nesses países, para sobreviver, o cara tem que dar um duro danado. Como se atrevem, brasileiros, a irem para os Estados Unidos? Será que eles sabem que lá, não tem 13º salário, FGTS, PIS, carteira profissional e outras besteiras que por aqui abundam?

Acho que esses venezuelanos que para aqui correm deveriam lutar para derrubar seu governante estúpido, que quer se perpetuar no poder, como se fosse uma ave rara…

Estamos precisando reagir, não com violência, mas com a razão, mandando essa gente embora, para atormentar seu dirigente, um idiota que não quer largar o governo, exatamente com medo de ser decapitado…

Ficar contra o governo de Roraima porque não quer aquele amontoado de refugiados em suas ruas, nos parece um contrassenso. A multidão que chega faminta da Venezuela quer um tratamento diferenciado, o que não é possível, a não ser em detrimento de nossa própria sociedade.

Manter essa gente à distância, é uma boa solução.

 

Uchôa de Mendonça

é jornalista

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