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tera, 11 de dezembro de 2018

Uchôa de Mendonça: O que pode acontecer. Depois do ataque a Bolsonaro

Tenho dito a amigos sobre as “esquerdas” brasileiras: de onde elas estudaram, fui expulso por péssimo comportamento, porque não havia força que me fizesse andar pelas esquerdas.

O atentado praticado contra o candidato Jair Bolsonaro, do PSL, foi de uma burrice, de um primarismo mais do que revoltante, nojento e, principalmente, a invencionice que se levantou, de que o ferimento na barriga do candidato foi tudo invenção, que não tinha aquela gravidade que se alardeou.

A tragédia por que passou Jair Bolsonaro não se deseja para nenhuma pessoa, principalmente candidato em campanha, por mais inconsequente que ele seja.

Volta e meia eu afirmo que escrevo para mim mesmo, como uma espécie de extravasar meus sentimentos, minha raiva, meu ódio contra a mentira, contra a calúnia, contra a indignidade.

A sociedade brasileira, pelo que me consta, coisa que nenhum instituto de pesquisa quer levantar agora, que há uma indignação geral contra a classe política brasileira.

A não ser que todo mundo está querendo enganar todo mundo, mas a verdade é que, como toda eleição, existe uma forte parcela de chamado voto silencioso, que não diz em quem vai votar e é essa parcela que elege quem ela quer, quem acha que merece se eleger.

Existem as aberrações que se comenta contra as chamadas urnas eletrônicas, inteiramente violáveis, o que daria ao resultado eleitoral uma tremenda incógnita, que pode render uma violenta onda de protesto nacional, com consequências impr evisíveis.

Eu não acredito em milagres, em Deus, céu, inferno, mula sem cabeça e urna eletrônica e, muito menos confio em pata de cavalo, munheca de magistrado e resultado de urna eletrônica. Um direito meu…

Há pouco menos de vinte dias das eleições de 7 de outubro de 2018, ainda não acredito se elas serão realizadas e, se forem, se seus resultados serão aceitos, por um dos dois lados (Direita e esquerda) para onde os votos penderem.

Pelo que ouço, pelo que avalio, pelo que sinto, Jair Bolsonaro, que antes do ataque à sua pessoa tinha a eleição garantida, passou a ter muito mais possibilidade de se eleger depois do terrível atentado, do que antes.

Vamos ver o que deve acontecer antes do dia 7 de outubro e depois do dia 7. Tomara que tudo fique em paz, que a sociedade receba o resultado, se ele for correto, com o máximo de respeito, mas, duvido que o que estou dizendo, de normalidade, possa acontecer. A esquerda não admite perder. Vamos ter confronto.

Uchôa de Mendonça

é jornalista

 

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