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quinta, 18 de outubro de 2018

O lixo no cenário político não é de hoje – diagonal

Don Oleari livre pensador

 

 

O lixo no cenário político é mais véi duqui andá pra frente, empinado. Não é de hoje.

Acontece que ainda tem um cara ou outro, num partido ou noutro, que espremendo ainda dá bom sumo.

O peió, quinemqui diz o Genésio da Matilde, é que o joio sobrepuja o trigo de mil a zero.

A “lamambança” – palavra que inventei gurinhamemu, professor Olney Braga – tá solta e depois da ditadura militar de 1964 a 1985 não deu outra.

Quem assumiu em Brasília? O Zé Sarneirossauro, que apoiou a ditadura militar.

Antes, naquela simulação de eleição indireta, a ditadura aceitou Tancredo Neves contra um dos maiores ladrões da Ré Pública, Paulo Maluf, porque Tancredo “era confiável” para o poder militar.

Tancredo sifu! Mentiu, mentiu, para os familiares, na ânsia de chegar ao poder, deunuquideu. Quem tinha que assumir a prisidença era o Deputado Ulisses Guimarães, prisidenti da Câmara dos De puta dos.

Ulisses não era confiável para o poder militar. Acochambraram e assumiu o Rei do estado mais phodido da Nação, o Maranhão, Sir Ney – como o tratava meu sábio favorito Millôr Fernandes.

Dilapracá, foi um sucedâneo de desacertos, com alguma ressalva para o período Itamar Franco, a criação do Real e da Lei de Responsabilidade Fiscal (salvo engano do meu chipi direito, esta no Governo Cardoso).

Ressalvando-se alguns homens íntegros que deixaram sua contribuição, a maioria da classe política fubecou o País, até chegar naquela boçal, inguinoranta, poste do presodente na Federal de Curitiba, que deixou o Brasil com 13 milhões e 500 mil desempregados de carteira assinada.

Depois da maior recessão do Brasil em qualquer tempo – O Guido Mantega continua soltim, soltim – o caldo que nos resta é este aí, conturbado, sem rumo.

É desanimador. Os radicais estão soltos, se ameaçando mutuamente. O bom senso foi pro brejo.

Nem Jesus salva. E, ao que parece, ele só tá na boca dos pastores gulosos por poder e pelo dízimo (foto: Silas Mala Faia).

Mas, prestenção, que ainda tem um ou outro que vale uma dedada na urna. Vamuquivamu (Oswaldo Oleari ou Oleare).

Oswaldo Oleari ou Oleare,

jornalista, radialista, publiciário,

Editor Chefão: Rádio CBM – Portal Don Oleari

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