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quinta, 18 de outubro de 2018

Uchôa de Mendonça: Quem viver, verá

A velha história: “Quem viver, verá”, acerca da importante decisão que o eleitorado brasileiro está
tomando para realizar a mais radical e importante substituição da classe dirigente da Nação nos últimos
33 anos, ou seja, desde o último mandato do dirigente militar que ocupou o poder a partir de 1964.

A nação foi ocupada por um bando de ideólogos de esquerda, sob o comando de Fernando Henrique
Cardoso, protagonista principal, com Lula e outros desocupados do Foro de São Paulo, onde
promoveu-se o ajuntamento dos esquerdistas que adoram viver nos Estados Unidos.

A ânsia de poder, a estupidez de Lula, José Dirceu, José Genoíno, José Serra, Fernando Henrique
Cardoso, a ambição de poder dessa gente envolvida em atos tão deprimentes de compra de voto à
desenfreada corrupção chegou a esse ponto que está aí, com o que se chama de esquerda totalmente
chafurdada na lama.

O episódio eleitoral brutal ocorrido em setembro de 2018, quando um monstro, que dizem ser lunático,
empurrou uma faca até o cabo na barriga do candidato Jair Bolsonaro, mostrou a audácia dessa gente
capaz de tudo de ruim, para permanecer no poder.

Ficou claro, transparente, para a nação brasileira e até mesmo o chamado mundo civilizado de nações,
a que ponto chegou a política brasileira, onde os chamados “donos do poder” são capazes de tudo.

A grandeza brasileira é que jamais as Forças Armadas do Brasil serão compradas por essa gente sem
princípios, sem dignidade, sem pátria, sem família.

É inacreditável que, de dentro da cadeia, onde está condenado a passar 12 anos, Luiz Inácio Lula da
Silva, como um dono do chamado PCC, atrás do PT, o partido que fundou, dispara ordens para todo
mundo, enraivecido, porque sabe que seu reinado está terminando. Na vida, tudo se acaba, até mesmo
os poderosos.

O maior homem de confiança de Lula, quando presidente, o ministro Antônio Palocci, com delação
premiada aprovada, deitou e rolou, mostrando o que Lula, Dilma e seus asseclas eram, o que
operavam, nas dependências do palácio do Planalto, sem um mínimo de escrúpulos.

Assistimos os estertores de diversos segmentos da mídia, soltando seus cachorros sobre o candidato
Jair Bolsonaro, como que se regozijando pelo atentado que praticaram contra sua pessoa.

As eleições de outubro marcarão em profundidade a classe política nacional. Todos aqueles que
buscaram se reeleger ou outros cargos para permanecer na política, mas perderam, jamais voltarão a
ser políticos. Podem ir procurando outras sinecuras, gozar do próprio dinheiro que roubou, porque a
mamata acabou.

Uchôa de Mendonça

é jornalista

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