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tera, 24 de novembro de 2020

Oswaldo Oleari ou Oleare: Se eu fosse eleito prefeito…

Cowboy Fora-da-Lei
Raul Seixas

Mamãe, não quero ser prefeito
Pode ser que eu seja eleito
E alguém pode querer me assassinar
Eu não preciso ler jornais
Mentir sozinho eu sou capaz
Não quero ir de encontro ao azar

Num converseio uatizapiano com meu prezado Jose Coco Fontan e o digitador desta linha aqui, elocubramos sobre as miudezas das campanhas eleitorais municipais.

O tanto de medíocres candidatos a prefeito.
O tanto de medíocres candidatos a vereadores.

Ressalvando, claro, que tem sempre uns tantos, menos piores, pra salvar a cena.

Futuca dali, futrica dali, acabei dizendo ao Fontan, um cara que conhece cada palmo de chão deste Espírito Santim do coração de nosotros:

– Fontan, ocesabi uquiqui eu faria se tivesse sido eleito prefeito de um município do interior, tipo os quiocê circula  – Conceição do Castelo, Venda Nova do Imigrante e Afonso Cláudio?

– Não tenho ideia…você renunciaria, como primeiro ato? perguntou Fontan, quié um cara bem humorado.

Respondi:
– Nunsinhô, eu saia pra procurar o economista, professor, o competente José Antonio Bof Buffon pra pruseá com ele.

Buffon, quinenqui eu, é um peão da roça. Me ouvia no Jornal Agropecuário na Rádio Espírito Santo niquiqui ainda era menino lá em Guaraná, Aracruz/ES.

Bem formado, bem informado, qualificado, profissional do mais alto conceito na cena do ES. E sabidascoisa, dos problemas de qualquer município.

Paralelamente, levaria um lero com o colega jornalista Carlos Fernando Lima, outro cara que sabidascoisa niquiqui se trata das coisas da roça, entroutras. Carlos Fernando tombém é um peão da roça quinenquieu e vive de paixão pela Mama Terra. Os dois, pracumeçá, mais o José Coco Fontan, que, como disse, conhece cada palmo deste chão.

Diria pra eles:
– Óia aqui, caríssimos, quero pranejá um pranu pra dimudá a história deste muncípio. Um trem de gente grande: desenvolver o humano, o social, o econômico, enfim, virar esse trem pelo avesso.

Incrementar o turismo, recuperar nascentes, cuidar de matas ciliares, butá a cambada toda pra plantar árvores, reflorestar adoidado.

E pensar num projeto de agro-indústria (*), montando um projeto PÚBLICO PRIVADO. Buscando grandes parceiros do setor de transformação para injetar grana. Ideia, a propósito, que já tinha dado por Adolfo Rodrigues Gomes na véia campanha da Dalza Barbosa, quieu iria coordenar, mas fui “vetado” pelo “cabeção” Adolfo Sunderhuss, quiera da Emater.

Pensando prafrentemente. Pensando grande. Acabar com esse negócio ramerame, pratrasmente, de dar emprego pros amigos, pagar a folha da Prefeitura, e sentar em cima do saco, quinenqui gato antigo de armazém antigo.

Montaria uma força tarefa para cuidar das estradas vicinais do município, contratando ou fazendo quem se encarregasse dos serviços trabalhadores residentes ao longo das estradinhas. Supostamente, elas estariam bem cuidadas todos os dias.

Eu, eleito prefeito, com esses dois e mais um ou outro, montaria um programa de governo phodaço, quinenqui fizeram no município da Serra, do meu parceiro Miguel Bastida Gordilho, logo que Sergio Vidigal ganhou a primeira eleição (*).

Ele e o Audífax, inimigos políticos desde o primeiro mandato de Audífax, seguiram a cartilha escrita por bambambans em políticas públicas, entre os quais estava o nosso prezado e competente José Antonio Bof Buffon. Resultado: Serra tornou-se o município destaque nacional em desenvolvimento.

Potê cereteza, dizia pro Fontan, que eu sairia o mió prefeito da temporada entre os 78 alcaides da Capitania do Espírito Santo (Oswaldo Oleari Oleare).

(*) Vidigal vai perder a eleição para Fábio Duarte, o candidato apoiado por Audífax Barcelos.

Oswaldo Oleari Oleare, radialista,

jornalista, publicitário

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