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quarta, 27 de janeiro de 2021

Anne Mahin retorna aos poemas em seu terceiro livro “Amarelo do Ipê”

A força da sensibilidade na poesia de Anne Mahin

“Os dias iguais se repetem,

estendendo as horas

de ausência de vida.

Assim, em perplexidade,

anseio o que sempre tive

e lamento saudade

do que nunca me faltou.

Como não me dei conta

do que realmente importa?

 

Eu, que acordava manhãs,

só agora desperto.”

Saudade, solidão, amor, morte e vida são alguns dos temas que viram poesia no novo livro de Anne Mahin, “Amarelo do Ipê”. Lançado neste ano pela editora portuguesa Chiado, o livro é um retorno da escritora à poesia, que estreou em 2018 com seu primeiro livro  “Asas do silêncio”, também lançado pela Chiado, que reuniu poemas e prosas poéticas publicadas na internet, onde já conquistava milhares de leitores.

Em “Amarelo do Ipê”, Anne Mahin passeia por versos livres, sonetos e outras formas e mantém sua essência poética cativante, que acompanhamos em seus livros anteriores. No livro, a poeta também homenageia a cidade onde mora, Guarapari, o professor mineiro Rubem Alves, no poema homônimo ao livro, além de se debruçar sobre o próprio fazer poético.

Os poemas de “Amarelo do Ipê” trazem o encantamento pelas pequenas coisas com a maestria de uma poeta madura em seu fazer literário. O leitor se sentirá imerso em cada verso.

Ficha técnica:

Título: Amarelo do Ipê

Autora: Anne Mahin

Editora: Chiado

Páginas: 300

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Anne Mahin, nascida em Cambuquira, MG, escreve poemas, crônicas e contos.

Publicou “Asas do silêncio” (poesia e prosa poética, 2018), “O que se esconde do sol” (contos, 2019) e “Amarelo do Ipê” (poesia, 2020), todos pela Editora Chiado.

Seus textos integram várias coletâneas, com publicação no Brasil, em Portugal, em Moçambique e na Suíça.

Lecionou Literatura durante dez anos. Atualmente reside em Guarapari (ES), onde também trabalha como Analista II efetiva do Tribunal de Justiça.

Mantém no Facebook a página Anne Mahin – prosa e verso e no Instagram @annemahin7.

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